Varal de emoções
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(fotografias e vídeos)
de produção e registro Instagram
Vídeo
Histórias sobre a vivência na Rocinha durante a pandemia flutuam sobre o varal. Role a página para ler os relatos em sincronia com o vídeo.
"Até você colocar na sua cabeça que você está ali trabalhando é muito complicado, sabe? Mas trabalhar de pijama é a melhor coisa!"
Gabriele, 21 anos, moradora da Rua 2
"Lutamos contra o covid e tivemos que lutar pela nossa permanência aqui, foi um abalo total na nossa vida (...) um impacto muito desgastante e não aceito por nós"
“Se eu tenho o que comer, a roupa que eu visto, eu agradeço esse local. A Rocinha é uma mãe e daqui tiro meu sustento”
Gildo, 50 anos, microempresário e coordenador do Mercado Popular da Rocinha
"Se a primeira prevenção é você conseguir lavar suas mãos, e aí numa comunidade você não tem acesso à água, fica um pouco complicado, né?"
Jéssica, 22 anos, moradora do Umuarama
"Foi duro. Eu já tinha investido tudo que eu tinha. Fui pedir ajuda! Eu também tinha preocupação com a minha funcionária, ela também precisava do dinheiro e eu não pude pagá-la"
“A Rocinha tem garra, tem força e vai dar a volta por cima”
Ingrid, 41 anos, comerciante local da loja Sophia Shoes
"É muito difícil a gente pagar tanta coisa cara com um salário e ainda sobrar pra comprar o remédio"
Cícera, 75 anos, moradora da Rua 4
"O covid te faz esperar e não saber uma resposta, o que é o pior, (...) você não ter nem noção porque não pode sair de casa, não pode fazer nada"
Nathalia, 22 anos, moradora da Rua 1